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24/06/2009 - O que são, e como são, os Jogos de Negócios?

 

Imagem de Amostra do You Tube

Os jogos de negócios funcionam da seguinte forma: em um ambiente dentro ou fora da empresa, os profissionais são divididos em grupos, recebem computador e material para realizar as atividades e simulam situações do ambiente empresarial.

A cada rodada do jogo, que equivale a um ano fiscal da empresa, eles recebem novas tarefas, que são como os desafios impostos durante a atividade no ambiente corporativo. Nos rostos, é possível perceber as mais diversas reações: tensão, nervosismo, ansiedade para concretizar as tarefas. Tudo é pensado de forma a treiná-los para agir no dia-a-dia.

“A gente acredita que, uma vez que eles aprendem com os próprios erros, é mais difícil de esquecer. Gosto de fazer a comparação com quando você está dirigindo. Quando vai pra algum lugar perceba como é mais fácil lembrar o caminho quando você está no volante. É assim também na empresa. Aqui eles são colocados em situações práticas”, afirma o executivo da Tridea Education, Rafael Lopes.

A ideia é proporcionar ao profissional a chance de errar e de aprender com os erros. Afinal tudo aqui é apenas uma simulação, em que o mais interessante são os feedbacks fornecidos ao final de cada rodada.

Como nas empresas, o tempo é sempre o maior inimigo, mas eles realizam as atividades e descobrem os resultados de vendas. Alguns comemoram, outros não. Mas o que vale é a experiência.

“A cada rodada, em nosso jogo, existem os resultados. E é nesse momento que são apontadas as principais falhas. O feedback é coletivo e eles entendem onde precisam ser mais pró-ativos, onde devem tomar mais cuidado com a informação. No final saem sempre melhores do que como entraram”, explica o diretor de serviços da Tridea, Flávio Fernando Silva.

“Muito legal. Eu trabalho com sistema de CRM e preciso das informações para fazer o trabalho de relacionamento com o cliente. Esse jogo está me fazendo ter visão do que fazer para entender de forma correta, como fazer prospeccção”, avalia a gerente de marketing da Algar, Moira Gnemmi Tadei.

“É diferente. São coisas que impactam muito em nosso dia-a-dia, mas para as quais não damos importância que elas têm. Aqui, num jogo, num ambiente mais descontraído, tomamos essa necessidade de saber das coisas e notá-las no dia a dia, é importante”, acrescenta o consultor de tecnologia, Carlos Fontolan.

“Tomar a solução desta forma rápida como colocam aqui, essa agilidade de dar solução dentro do período curto, tem muito a ver com tempo que eu não tenho no banco. Ou seja, vai me ajudar bastante”, conclui o analista de CRM do Bradesco, Kleuber de Paiva.

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