Em busca dos profissionais cinquentões


Quem é que não conhece trabalhadores com mais de 50 anos que ainda continuam muito ativos no mercado e estão longe de pensar em aposentadoria? Mas quem é esse público? Onde eles estão? Que cargos ocupam? Qual sua relevância nas equipes? Há algum número relevante sobre eles?

Um estudo da Price Waterhouse Coopers e da Fundação Getúlio Vargas (FGV) pode responder algumas dessas perguntas. No Brasil, em 2012, os trabalhadores com idade a partir de 40 anos representavam 34,85% da mão de obra ativa, segundo dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad). Estima-se que, em 2040, 57% da força de trabalho brasileira será composta por profissionais com mais de 45 anos.

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Os dados mostram que os profissionais mais maduros têm, sim, lugar no mercado de trabalho. Apesar do fantasma que assombra os que estão nessa faixa etária e de as empresas estarem numa constante busca por novos talentos, cresce a percepção, dizem especialistas, que unir o conhecimento dos mais velhos com o potencial e a vontade dos mais jovens é uma excelente fórmula para o desenvolvimento da companhia.

E você, está disposto a trabalhar além dos 50 anos? Na teoria, essa é uma boa tática para unir forças e alavancar os resultados das empresas.

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