Quem são os novos líderes?

Colunista: José Luiz TejonA convergência das manifestações toma o mundo. Da Turquia ao Largo da Batata, e da Avenida Paulista às Ilhas Gregas, manifestantes saem às ruas com faixas tendo jovens na linha de frente e meia dúzia de bons e semibons motivos na cabeça. O fenômeno da globalização, que reúne a escalabilidade das corporações e coloca também o micro-empreendedorismo em acesso a nichos de marketing, revela agora a solidariedade nas manifestações.

Os R$3,20 não falam por si. Como dizia Einstein existem números que não são contados mas que contam e números que são contados e que não contam. Talvez os ninhos de baratas e a sujeirada de um transporte público, tanto na aparência dos meios quanto nas falcatruas dos seus meandros, guarde no seu íntimo as justas causas que globalizam a famosa e maravilhosa nova classe média nacional às bases ascendentes das pirâmides sociais internacionais.

Não é mais uma internacional comunista, e sim uma internacional do direito consumista. Uma relação custo versus benefício de qualidade. Vence definitivamente o luxo for all. As redes revelam e as revelações democratizam os desejos e os desejos explodem nas passeatas do meu, do seu e dos nossos direitos. Direitos ao bom, ao melhor, ao gostoso, ao estético e talvez, ao ético.

E quem são os líderes? Onde estão essas novas cabeças de líderes? Pode ser a Nina, o José ou o Mané. Não dá pra pegar. Essa de fato é a autêntica liderança invisível. As troikas europeias e todos os governos populistas planetários que se cuidem, doravante. Agora, uma nova ordem: o povo globalizado, jamais será derrotado. Adeus ao velho, o povo unido jamais será vencido. Saudades dos bons tempos das minhas passeatas e músicas contra a ditadura militar e onde havia uma utopia comunista para se imaginar.

Planeje-se (de verdade!) para alcançar o sucesso em 2020

4 dicas para se dar bem em processos seletivos em…

Como montar um bom currículo?