Como vender para as mulheres?

Como atrair a atenção delas, concretizar uma venda e, o mais importante, fazer com que retornem outras vezes à loja? Para responder a essas perguntas, cabe uma análise mais detalhada, com a determinação de quais técnicas são necessárias para melhor atendê-las.

Um estudo realizado em 2011 pela Sophia Mind, empresa de pesquisa e inteligência de mercado, analisou os hábitos de consumo relacionados à moda de 2.290 brasileiras, entre 18 e 60 anos, e concluiu que 55% delas compram alguma peça de roupa mensalmente ou bimestralmente e 22% gastam mais de R$ 200,00 por mês somente com vestuário. Apenas como curiosidade, vale uma citação ao “outro lado do balcão”: as mulheres ocupam praticamente metade das vagas de trabalho em vendas e 39% dos cargos de liderança gerencial.
Esses dados apenas reforçam a importância que as mulheres têm para o varejo e mandam uma mensagem às lojas: o ambiente e, acima de tudo, os vendedores devem estar preparados para assisti-las e fidelizá-las.
Embora muitos não compreendam, uma vitrine organizada e bonita não é suficiente para chamar a atenção delas. Vendedores que façam as perguntas certas na hora certa, conheçam profundamente os produtos oferecidos e, sobretudo, entendam o real desejo da cliente são absolutamente fundamentais em uma negociação com o público feminino. Muito mais que os homens, as consumidoras têm a necessidade de se sentirem únicas e especiais, portanto um atendimento personalizado, com boas dicas de produtos e combinações, se faz necessário.
Não é incomum ouvirmos de homens reclamações relacionadas ao tempo de procura gasto por elas durante a compra. O mesmo não pode em hipótese alguma ocorrer com o vendedor: na maioria dos casos, as consumidoras solicitam, chegam a provar vários itens, mas acabam por não levar nem a metade deles. Ser paciente é indispensável!
Por fim, cabe destacar o pós-venda. Muitas vezes, a mulher não encontra o que procura naquele momento e acaba comprando outras peças. Isso não significa, entretanto, que ela tenha desistido do item e não deseje receber informações a respeito, por meio de um telefonema, por exemplo. A cliente que acabou de deixar a loja é tão importante quanto a que acabou de entrar!

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