Dia do Psicólogo marca 50 anos da regulamentação da profissão

O dia 27 de agosto marca o Dia do Psicólogo, uma atividade que

27 de agosto: Dia do Psicólogo

surgiu, nos conceitos que conhecemos atualmente, no século XIX, por meio do alemão Wilhem Wundt, que em 1879 criou o primeiro laboratório de psicologia. Hoje também é comemorado os 50 anos de regulamentação da profissão no Brasil, através da Lei 4.119/64, fixada em 1962.

A palavra psicologia vem do grego “psique”, que significa “alma”, e “logos”, que se traduz em “estudo”. O profissional da área deve ter capacidade de concentração, de observação, habilidade de análise e síntese, como aponta Monalisa Barros, diretora do Conselho Federal de Psicologia: “No Brasil, o psicólogo é muito valorizado socialmente, mas ainda pouco reconhecido financeiramente. Entretanto, por abrir a possibilidade de conjugar um vínculo empregatício com a atuação autônoma, no consultório, permite maiores possibilidades de retorno”.

Por falar em mercado de trabalho, as possibilidades de atuação do profissional do setor são diversas. O psicólogo pode atuar na área da Saúde, Educação, Esporte, Trabalho, Assistência Social, entre outros. De acordo com a diretora do CFP, os mercados mais promissores em termos de vagas, hoje, são as políticas públicas, mas os mais rentáveis ainda são a psicologia organizacional e a clínica. “As mais emergentes áreas são psicologia do esporte, ambiental ou das emergências e desastres, os estudos da psicologia da mobilidade humana e trânsito”, conta.

Formação

Para exercer a profissão, é necessário concluir o curso de graduação em Psicologia e registrar-se no Conselho Regional da categoria. A formação é considerada generalista, pois o formando pode atuar sob questões relacionadas ao comportamento humano em diferentes contextos, campos e populações, enfatizando a compreensão crítica dos fenômenos sociais, econômicos, políticos e culturais. “A formação científico-metodológica e o desenvolvimento de habilidades técnicas para elaborar intervenções com uma postura investigativa, torna o profissional participativo e eticamente responsável perante a sociedade”, opina Adriana Cordeiro da Silva, psicóloga e professora do curso de Serviço Social, do Centro Universitário Plínio Leite (Anhanguera Unipli).

Monalisa Barros relata que as universidades têm passado por mudanças curriculares promovendo uma maior atenção às políticas públicas e às áreas mais emergentes como psicologia do esporte, ambiental e outras.

Segundo Adriana, a multiplicidade de possibilidades de atuação promove também, o contato com profissionais de diversas áreas de conhecimento, o que enriquece ainda mais a sua prática. “O psicólogo deve primar pela aplicação dos conhecimentos e técnicas da Psicologia em prol da promoção da saúde da sociedade. Saúde esta entendida como, acesso a condições adequadas de educação, lazer, alimentação etc”, opina.

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