Comunique-se bem e brilhe pessoal e profissionalmente

Colunista: Reinaldo PassadoriUm dia de Sol, quente como os dias de verão, diretoria reunida, sala devidamente preparada, ar condicionado ligado, horário pré-agendado. Chegara a hora de Pedro fazer a apresentação do projeto para o esclarecimento das dúvidas e as justificativas para a tomada de decisões importantes.

Pedro sempre sofria quando tinha que fazer apresentações, ainda mais nesse nível, com o Conselho da empresa e toda a diretoria, com alguns outros diretores departamentais de menor nível, mas com interesses específicos nos assuntos que ali seriam tratados.

Em suas reflexões, Pedro sabia que algo precisava ser feito, acreditava que muitos dos seus problemas poderiam ser resolvidos. Por exemplo, a ansiedade que sentia alguns dias antes e que se intensificava quanto mais se aproximava o dia e a hora da hora da apresentação, como conduzir os assuntos com objetividade, como tornar sua apresentação interessante e impactante.

Ficou impressionado ao saber que esse desafio não era só dele, pois muitos dos seus pares padeciam das mesmas limitações e dificuldades. Ao pesquisar, verificou que o desafio de se comunicar bem ganhou nos últimos anos relevada importância na própria dinâmica de trabalho dos líderes e dos profissionais que, de algum modo, precisavam vender, negociar ou fazer apresentações.

Percebeu também que, quanto maior é o desenvolvimento dessa habilidade, maior é o poder pessoal de influenciar outras pessoas; de causar uma boa impressão, de ser valorizado e reconhecido, além de fazer um bom marketing pessoal e fortalecer a imagem de um profissional mais bem preparado para os atuais desafios do mundo corporativo.

Reconheceu que a vida como um todo, além do aspecto profissional ganhava novo colorido ao falar com naturalidade e encantamento em discursos, agradecimentos, homenagens e participando com mais segurança de associações como Rotary, Lyons, Maçonaria, outros grupos formais ou informais.

Foi atrás, inscreveu-se em um curso especializado, enfrentou seus medos, adquiriu ferramentas, treinou, tomou consciência de que o fantasma não era tão assustador quanto parecia e mudou sua vida para uma vida extraordinária, plena de realizações e apresentações.

Na empresa, foi devidamente valorizado, ocupando hoje uma posição de diretor, inimaginável há um tempo.

Tudo graças ao desenvolvimento da sua habilidade de comunicação. A consciência que tem hoje o impulsiona a buscar um contínuo aprimoramento pessoal, pois sabe que ninguém pode fazer por ele o que ele pode e deve fazer por si mesmo.

Essa é a história do Pedro, tão parecida como a de tantos outros Pedros, Joãos, Reinaldos, Josés que estão ainda sofrendo para fazer suas apresentações para a diretoria.

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