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26/02/2014 - Como lidar com o dependente químico na empresa?

Autor: Comunicação

Fonte: GTS Consultoria

Dados revelam que  o consumo de bebidas alcoólicas é a terceira causa de faltas ao trabalho, sendo responsável por 67% redução da capacidade produtiva nas empresas. Programas de reabilitação podem recuperar até 80% desses dependentes

Como lidar com o dependente químico na empresa?Não existe faixa etária, sexo, condição social ou grau de instrução acadêmica. Quando a dependência entra na vida de uma pessoa, provoca sérias consequências não somente na vida pessoal do indivíduo, mas também no campo profissional.

As formas de dependência são – em sua maioria – causadas pelo uso de drogas lícitas (as que são vendidas legalmente), como o cigarro, o álcool e medicamentos e também as ilícitas, como a maconha, a cocaína, o crack entre outras.

As empresas precisam estar prepararas para lidar com esse tipo de problema. Márcio Sérgio Martins, médico e diretor da GTS Consultoria, especializada na gestão de saúde e qualidade de vida, orienta que o apoio ao funcionário é a melhor solução. “Hoje a dependência química é considerada uma doença crônica (que não tem cura, mas pode ser controlada) e progressiva (se não for tratada, pode levar a morte). A melhor conduta da empresa perante a este funcionário é oferecer apoio e tratamento”,  explica.

Para o especialista “é possível alcançar resultados significativos em programas de assistência ao funcionário dependente com o apoio psicológico e médico”. “Um paciente reabilitado, após um programa de recuperação especializado, se torna mais produtivo que a média dos empregados”, completa.

A dificuldade aparente para se conseguir levar um funcionário ao tratamento, está na intervenção da Empresa para que ele entenda que esta acontecendo com ele, já que a Dependência Química se caracteriza por ser a “doença da negação’.

Para isso é possível treinar as chefias e o médico do trabalho para obter o sucesso esperado.

Após a intervenção o funcionário, se houver indicação, é levado à internação e acompanhamento por grupos de apoio, psicólogo e também por psiquiatra para garantir o processo de recuperação.

Para finalizar, Martins afirma que “fazendo a sua parte, a companhia que auxilia um funcionário com este problema, garante uma visão de empresa responsável, além da visão da sociedade de que é uma empresa desejada de se trabalhar”.

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