Síndrome de Down: desafios e oportunidades no mercado de trabalho

Trabalho é uma importante função social para qualquer cidadão, afinal é por meio dele que as pessoas conquistam seus objetivos, se integram a sociedade e se satisfazem pessoalmente. É claro os benefícios de um emprego para as pessoas, mas infelizmente o acesso ao mercado de trabalho pode ser desafiador, principalmente quando se trata da inclusão de pessoas com deficiência intelectual, como a síndrome de Down.

Vale ressaltar que um emprego é o passe para a vida adulta e quando falamos de pessoas com deficiência intelectual esse passo é ainda mais importante, é uma forma de ter um projeto de vida estruturado, a possibilidade de conhecer pessoas novas e aprofundar relacionamentos, além da chance de vivenciar desafios, o que muitas vezes são suas primeiras oportunidades.

As organizações caminham, mesmo que a curtos passos, a uma maior abertura para inclusão de pessoas com deficiência, mas parece que nem sempre está tão claro o quanto a diversidade é importante para as organizações, gerando mais lucro, mas principalmente trazendo ganhos de capital humano, algo imensurável e tão desejado pelas maiores e melhores organizações do mundo.

O cenário para as deficiências intelectuais

Como já mencionado, a inclusão de pessoas com deficiência ainda precisa de avanços. Aqui no Brasil, a Lei de Cotas ajudou no aumento de contratações, mas ainda há muito o que melhorar. Falta estudos, dados e incentivo social. Para as deficiências intelectuais, o cenário ainda é mais complicado, há preconceitos e uma série de mitos que envolve esses profissionais.

A síndrome de Down, que se caracteriza por um arranjo cromossômico natural, ocorre em todas as regiões do mundo e geralmente resulta em efeitos variados nas formas de aprendizado, nas características físicas ou na saúde. No entanto, pessoas com a síndrome conseguem, podem e devem ser estimulados ao aprendizado como qualquer outro profissional.

“A ideia, baseada na presunção da empregabilidade, é que toda pessoa pode trabalhar, desde que sejam disponibilizados os apoios que ela precisa”, afirma Flavio Gonzalez, supervisor do Serviço de Inclusão Profissional da APAE DE SÃO PAULO.

A pressão pelo ganho de produtividade, talvez seja o maior empecilho para a inclusão de pessoas com síndrome de Down, uma vez que esses profissionais podem requerer mais tempo para aprendizagem, mas essa é apena uma hipótese, primeiro que ao afirmar isso, um contratante está avaliando esses profissionais antes de conhece-los e por já endereçar atividades a eles, além disso, o profissional com síndrome de Down, assim como qualquer outro, deve ser avaliado pelas suas competências e habilidades, apenas isso!

Novas oportunidades

A diversidade vem ganhando o seu devido lugar na sociedade as organizações passam a entender que ao agrupar pessoas diferentes elas formam equipes multidisciplinares que pensam, fazem e trazem melhores resultados. A diversidade não é apenas uma ação que promove equidade social, mas aos poucos mostra-se uma política fundamental para as organizações crescerem.

Junto a essa percepção, novos caminhos vêm sendo desenhados para profissionais com deficiência. Para profissionais com síndrome de Down, por exemplo, há uma série de instituições que os preparam para o mercado de trabalho. Além disso, essas instituições também mantêm relacionamento com empresas, para prestar consultoria em como devem ser seus processos, incentivando assim ainda mais a inclusão.

O conceito e ações de diversidade não devem estar apenas na área de gestão de pessoas, mas devem ser parte do DNA das organizações. Todas as pessoas devem estar preparadas para lidar e abraçar o diferente, esse é o único caminho para o futuro.

A Catho também está nesse caminho de apoiar e promover a diversidade. Profissionais com síndrome de Down, com laudo, podem se cadastrar na plataforma e concorrer a todas as vagas de emprego anunciadas no site.Veja como é fácil aqui.

Não há dúvidas de que há um longo caminho a ser percorrido, mas o primeiro passo está nas mãos de cada pessoa. Você pode compartilhar esse texto e já estará ajudando, ou quem sabe tendo uma conversa com seu chefe sobre o assunto. Vale até mesmo levar este assunto para a sua roda de amigos. A diversidade e a inclusão precisam do seu apoio.

 

Está em busca de um novo emprego?

Você sabia que a Catho é gratuita para pessoas com deficiência e reabilitadas pelo INSS?

Todos os profissionais abrangidos pela Lei de Cotas assinam a Catho sem pagar nada. Para garantir seu acesso grátis, você só precisa:

– preencher o formulário de cadastro no site: catho.com.br/pcd

– se identificar como um profissional com deficiência

– anexar o laudo que caracteriza a deficiência ou o certificado de reabilitação no INSS

Após validação da nossa equipe, o seu acesso fica disponível para as mais de 4 mil vagas anunciadas diariamente no site.

Use e espalhe esse benefício para seus amigos, ajude a promover a inclusão.

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