Líder, que tipo você é?

Colunista: Alessandro NatalLiderança consiste na arte de conduzir pessoas, profissionais, grupos e equipes a alcançar, com êxito, os resultados planejados. Assim, tanto em nossa vida pessoal como no ambiente organizacional existem pessoas que dispõem de competências para liderar e outras para serem lideradas.Cada dia é  maior a busca por líderes efetivos e diferenciados, profissionais com habilidades para liderar, ensinar, acompanhar,  delegar, inspirar, conduzir e mobilizar os colaboradores.

O fato é que no dia a dia das empresas identifico basicamente dois tipos de líderes, o ultrapassado e o novo. Ambos podem ser eficazes em determinadas circunstâncias, mas somente o segundo exerce a atração necessária para manter a equipe motivada e engajada na missão.
O ultrapassado que tenta alcançar os objetivos estabelecidos criando um ambiente  de insegurança e medo aos seus colaboradores e o novo que usa a persuasão e se destaca pela coerência de seus argumentos.
O primeiro apela para a posição do cargo e a relação diferenciada que tem com a alta direção da empresa. Além de ser autoritário, costuma usar as forças superiores como apoio para compensar seu difícil relacionamento com a equipe, o que funciona como pressão psicológica na
busca do desempenho esperado. É do tipo: “O diretor está mandando, se você não fizer vai se ferrar”.
O segundo é o líder de fato, que consegue desenvolver a empresa a partir da eficiência das atividades internas, utilizando os pontos positivos de cada um e convencendo os colaboradores sobre a importância de se obter bons resultados. Não usa o medo como arma e nenhum outro subterfúgio que mascare seus propósitos. Está sempre disposto ao diálogo transparente e exerce a persuasão para manter a equipe motivada e engajada na missão.
Persuasão é, portanto, uma habilidade que precisa ser desenvolvida quando se trata de formação de lideranças, para que as empresas não fiquem reféns de pessoas autoritárias e incompetentes, que só prejudicam o desempenho adequado da equipe.
Encontrar o equilíbrio entre o poder de posição que o cargo lhe dá e o comportamento persuasivo pelo exemplo é o desafio contínuo daqueles que já são e os que almejam cargos de liderança.

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