O complexo de vira-lata e como vencê-lo

Autor: Bruna Rafaele

Tem pouco tempo que ressurgiu a expressão “complexo de vira-lata”, empregada por Nelson Rodrigues, para se referir ao comportamento do povo brasileiro. Mas o que ele quis dizer com ela, ao criá-la? Ele quis demonstrar que o brasileiro é um povo que tem um narcisismo às avessas, um complexo de inferioridade frente aos outros países e menospreza a sua própria imagem. O escritor até afirma que não tem nenhuma razão para que essa baixa auto-estima exista.

Um exemplo do complexo de vira-latas é a grande necessidade que o brasileiro tem em se autoafirmar como descendente de outras nacionalidades. “Sou brasileiro, mas meus avós são estrangeiros”. Nosso povo não se percebe como brasileiro de fato e não tem uma verdadeira sensação de pertencimento à nação ao qual faz parte. Essas atitudes demonstram o quanto o brasileiro é um ser com um furo muito grande sobre a sua identidade, sobre quem realmente é.

Apesar do termo “vira-lata” ter sido usado dentro da expressão “complexo de vira-lata”, no meu ponto de vista, ser um vira-lata não é nada negativo. Se analisarmos bem, somos vira-lata porque somos um povo mestiço. Não somos um povo de etnia pura, não é verdade? Então, quando falamos que todo brasileiro é vira-lata, estamos nos referindo a fatores genéticos.

Numa perspectiva psicanalítica, percebemos que o brasileiro não aceita sair do lugar de objeto e partir para a posição de sujeito possuidor de algo, sendo o agente de sua própria vida, aquele que é capaz de atuar de acordo com as sua características, e não de acordo com a cultura do outro. Então, se cria o complexo, o rebaixamento, o abate e a perda antes mesmo de tentar conquistar os seus desejos. O que isso quer dizer? Que já entramos com a cabeça abaixada em busca da concretização dos sonhos, muitas vezes, demonstrando a postura de perdedor.

As possibilidades de evoluir e conquistar seus sonhos são muitas, mas nem sempre as pessoas têm uma visão ampla sobre o que pode fazer com sua vida, como pode ocupar o seu tempo e acabam desprezando oportunidades de ser realizar. Se pode até mesmo fazer uma pós-graduação na hora do almoço do trabalho ou no final de semana – porque quando se quer crescer na vida, se dá um jeito, até graduação se consegue hoje através da internet. Observe os exemplos de pessoas que você conhece que batalharam para realizar seus sonhos e conseguiram. Então, por que você não pensa em se inspirar nelas?

Outra forma que eu gosto muito de planejar suas realizações são as projeções que podemos fazer sobre o futuro. O que você almeja para a sua vida para daqui a 1 ano, 3 anos e 5 anos? E o que você está fazendo hoje para alcançar esses projetos? Para que isso tudo aconteça, é preciso muita malandragem, muito jogo de cintura da sua parte, muita estratégia, seja lá como você quiser chamar a sua ação para que seus sonhos sejam realizados. Então, vamos encarar os fatos da vida de frente e realizar suas vontades! Quer uma ajuda? Então, venha comigo! Realizo atendimentos de psicanálise em grupo com um valor bem diferenciado para ajudar as pessoas a conseguirem realizar seus sonhos de se sentirem mais felizes consigo mesmas e com tudo ao seu redor, não se esqueça que você também tem a possibilidade de ter consultas individuais comigo. Clique aqui para saber mais! 

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