Assim seria o mundo corporativo se todos fossem mineiros


Cada cantinho tem suas peculiaridades. Tem canto que o povo é bem festeiro; outro que todos adoram um sertanejo; já ali embaixo o pessoal gosta mesmo é de um belo churrasco… e assim por diante. Cada região no seu quadrado e com suas características.

E todas estas diferenças de culturas e preferências acabam refletindo muito no ambiente de trabalho. Nem todos da sua galera são iguais em seu jeitinho de ser, mas, provavelmente, a maioria tem hábitos parecidos aos seus, e é isso que torna a equipe tão especial.

Agora, já parou para pensar se todos esses costumes regionais fossem levados ao pé da letra e colocados em prática nas empresas? Seria uma loucura, né? Pode até ser.. a menos que você pense num lugar tão bom quanto Minas Gerais.

Duvida, ? Vamo piá aqui no #Nalabuta e ver como seria bão esse mundo corporativo mineiro.

1. Tudo, TU-DO mesmo, é “logo alí”
A primeira vantagem é que, se depender de mineiro, ninguém reclama da distância de casa até o trabalho. Tudo, mesmo que seja longe, é “logo alí”. Povo muito tranquilo, némês?

2. No fim, sempre acaba em pão di queijo
Isso cêis sabem. No fim, no meio, no começo, antes de começar… tudo dá em pão di queij. Imagina o café da manhã e lanche numa empresa dessa? É de se implorar: vire realidade, mundo corporativo mineiro!

3. Colegas estressados? Com isso você não teria dor dicabes
Não tem gastura com isso não. No trabalho e na vida, mineiro é um breguete bão, e pra melhorar, sempre te convida para o cafézim da tarde depois do serviço.

4. Até as broncas do chefe seriam mais simpáticas
Uai, mas cê num fez aquele relatório cadiquê?
– Tô pelejânu qui esse diacho deusde cedo.
– Então vamo ali lambiscar um negocim, depois cê continua esse trem.

5. O ditado é conhecido: Minas não tem mar, mas tem bar.
Se você gosta de distrair depois do serviço, os mineiros são as melhores companhias para fazer happy hour. Difícil mesmo é fazê-los arredar o pé do bar.

Fragou?

[newsl]

Chegou o mês mais longo do ano. E agora?

No currículo e na entrevista, chega de clichês!

E se perguntarem, na entrevista, por quê fui demitido?